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ABS Promove 16º Encontro IATF Max com Ênfase em Inovação e Certificação

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O desejo dos pecuaristas de corte por mais bezerros e maior lucratividade tem encontrado um aliado na certificação IATF Max, que atesta a excelência na fertilidade dos rebanhos. Desenvolvido pela ABS, o selo IATF Max é fruto de análises aprofundadas que identificam touros jovens com desempenho superior na inseminação artificial em tempo fixo (IATF).

Recentemente, a ABS promoveu a 16ª edição do Encontro IATF Max, realizado em Uberaba (MG). O evento, que contou com a presença de médicos veterinários e técnicos responsáveis por uma significativa parte das inseminações no Brasil, teve como objetivo compartilhar conhecimento e aprimorar práticas. Os participantes, que coletam anualmente mais de 300 mil dados nas fazendas brasileiras, contribuem para a identificação e certificação de touros de alta qualidade.

Com uma programação de dois dias, o encontro trouxe uma série de palestras e discussões com especialistas renomados do setor. Antônio Júnior, representante da ABS em Mato Grosso, ressaltou a importância do evento para a atualização contínua dos profissionais. “Discutimos temas atuais e relevantes com palestrantes e pesquisadores de destaque. A ABS está na vanguarda das inovações, e esse conhecimento é fundamental para nós no campo”, afirmou.

Paulo Aleve, da ABS no interior de Goiás, também destacou a relevância do evento. “Para nós, que muitas vezes estamos em regiões mais isoladas, a oportunidade de aprender e obter novas informações é extremamente valiosa”, disse.

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Alexandre Haje, representante da ABS em Mato Grosso e presidente da Associação de Criadores de Nelore do estado, enfatizou o papel crucial do trabalho nas fazendas. “O sucesso do programa começa com as ações realizadas nas propriedades. Em eventos como esse, adquirimos conhecimento essencial para melhorar o trabalho da porteira para dentro”, afirmou.

Desde a criação do grupo IATF Max em 2008, a ABS realiza três análises anuais de touros jovens, garantindo a atualização contínua dos animais certificados. Para obter a certificação, um touro deve registrar uma taxa de prenhez igual ou superior a 54%, ter pelo menos 200 informações de diagnóstico de gestação (DG) e ser utilizado em mais de três rebanhos no período de dois anos.

Maurício Zanatta, representante da ABS em São Paulo, ressaltou a importância do selo. “A certificação IATF Max oferece uma grande margem de segurança para técnicos e criadores, assegurando maior lucratividade e melhores resultados.”

Sérgio Tokarski, da ABS no Paraná, complementou: “Os produtores sabem que ao utilizar touros com a certificação IATF Max, obterão maior taxa de prenhez, reduzirão custos, aumentarão a produção e a rentabilidade.”

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Geovane Felipe, da ABS em Minas Gerais, reforçou a confiança que o selo oferece aos pecuaristas. “O resultado da IATF precisa ser validado a campo, e o selo IATF Max garante isso para o criador”, explicou.

Felipe Brasileiro, representante da ABS no Piauí, destacou a evolução na qualidade da pecuária com o uso da certificação. “Observamos uma melhora significativa na qualidade dos bezerros e dos animais abatidos. Antes, era necessário buscar reprodutores fora do estado, mas agora, com a IATF, temos acesso a uma genética comprovadamente superior em todo o país.”

O encontro deste ano foi encerrado com um desfile de touros na Central ABS, no Triângulo Mineiro. Cristiano Ribeiro, Gerente Técnico e Ferramentas Genéticas Corte da ABS, destacou a importância dessa experiência. “Foi uma oportunidade única para nossos veterinários e técnicos de todo o Brasil conhecerem de perto os touros certificados e as novas gerações de touros jovens. O evento promoveu novos conhecimentos, troca de experiências e confraternização”, concluiu.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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