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Cafés premiados no 11º Prêmio Região do Cerrado Mineiro são disponibilizados para o varejo

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A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer) lança de maneira inédita, os produtos dos três primeiros colocados do principal concurso de qualidade de cafés, da primeira Denominação de Origem do país.

Os cafés dos produtores Deyvid Leandro, José Ricardo de Carvalho e da fazenda Bioma fazem parte da Edição Especial e limitada “Raridade” da Dulcerrado by Expocacer, marca de cafés industrializados da cooperativa. O consumidor pode adquirir os produtos nas versões torrado e moído e torrado em grãos, disponíveis nas lojas física e online da Dulcerrado, com entrega para todo o Brasil.

“É gratificante ver o reconhecimento conquistado pelos nossos cooperados. Almejamos sempre trazer cafés da melhor qualidade e a premiação monstra que temos os melhores cafeicultores da região ao nosso lado”, destacou Simão Pedro de Lima, Diretor Superintendente da Expocacer.

O cafeicultor Deyvid Leandro, da fazenda Esperança, que foi o vencedor na categoria Fermentação Induzida, traz uma bebida com pontuação de 88,73. A variedade Catuaí Vermelho 99 possui notas de flor de laranjeira, pêssego e caramelo, que proporcionam uma grande explosão de sabor com finalização longa e corpo cremoso.

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Já o café do produtor José Ricardo de Carvalho, da fazenda Estrela Carvalho, vencedor na categoria Natural, oferece um sabor de garapa, baunilha, avelã, limão siciliano, caramelo e mel, com corpo sedoso. A bebida, da variedade Paraíso, recebeu pontuação de 90,13 e foi arrematada no Leilão Solidário, durante a premiação por R$ 68 mil, um recorde histórico como a saca de café mais valorizada.

Também está disponível o produto da Bioma Café, que foi campeã na categoria Cereja Descascado. O café tem sabor de damasco, pêssego, chocolate e caramelo com aroma variado de frutas vermelhas e corpo aveludado. A bebida atingiu a pontuação de 88,55.

O prêmio, que teve o número recorde de 500 inscrições, reconhece os melhores cafés dos 55 municípios que compõem a Região do Cerrado, valorizando o esforço dos cafeicultores na produção de cafés de alta qualidade, além de destacar a responsabilidade e rastreabilidade na produção de café. O concurso é o principal palco para a apresentação desses cafés de qualidade, comprometidos com a sociedade e o meio ambiente.

Fonte: Expocacer

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de café na Ásia enfrenta escassez de oferta e preocupa traders com riscos climáticos do El Niño

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O mercado de café no Sudeste Asiático segue operando com oferta restrita e baixa liquidez nas últimas semanas, em um cenário marcado pela retenção de vendas no Vietnã, atrasos na colheita da Indonésia e crescente preocupação com os impactos climáticos associados ao possível retorno do fenôeno El Niño. A avaliação é da Hedgepoint Global Markets, que monitora o comportamento do mercado global da commodity.

Segundo a análise, o Vietnã — maior produtor mundial de café robusta — registrou forte desempenho nas exportações até abril da safra 2025/26, embarcando 18,6 milhões de sacas, volume 23,9% superior ao observado no mesmo período do ciclo anterior.

Vietnã reduz disponibilidade de café após vendas aceleradas

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, os produtores vietnamitas aproveitaram os preços elevados, a maior oferta da safra e a menor presença do Brasil nas exportações nos últimos meses para intensificar as vendas no início da temporada.

Com grande parte da produção já comercializada e o país entrando no período de entressafra, os produtores passaram a reduzir o ritmo de novos negócios, diminuindo a disponibilidade de café no mercado internacional.

Esse movimento levou compradores a buscar alternativas na Indonésia. No entanto, o país também enfrenta dificuldades de oferta.

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Chuvas atrasam colheita de café na Indonésia

As chuvas intensas registradas nas últimas semanas provocaram atrasos no início da colheita da safra 2026/27 da Indonésia, reduzindo a disponibilidade imediata do produto e limitando os volumes exportados.

“A safra 26/27 da Indonésia tinha previsão de começar em abril, com volumes maiores chegando ao mercado a partir de maio. No entanto, chuvas intensas ao longo do mês passado atrasaram o início da colheita, limitando a disponibilidade de café”, afirma Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

Oferta restrita sustenta preços do café robusta

O cenário de menor disponibilidade na Ásia também tem sustentado os preços internacionais do café robusta, principalmente porque a entrada da safra brasileira 2026/27 ainda ocorre de forma lenta, apesar da expectativa de produção recorde.

Outro fator que contribui para o suporte das cotações é o fortalecimento do real frente ao dólar, condição que reduz o interesse de produtores brasileiros em acelerar vendas no curto prazo.

El Niño amplia preocupações para próximas safras

Além das restrições imediatas de oferta, o clima segue no radar do mercado cafeeiro global. No Vietnã, abril registrou chuvas abaixo da média após um março mais úmido, aumentando as preocupações sobre a floração e o desenvolvimento das lavouras.

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As atenções do mercado se concentram na possibilidade de formação de um novo episódio de El Niño ao longo do segundo trimestre, fenômeno que pode afetar a disponibilidade hídrica nas regiões produtoras.

“Até o momento, nenhum impacto negativo foi relatado, e chuvas adicionais são esperadas nos próximos dias, o que deve proporcionar algum alívio aos agricultores”, destaca Laleska Moda.

Segundo a analista, os maiores riscos climáticos ainda estão concentrados nas próximas temporadas.

“Os principais riscos são vistos atualmente para a safra 27/28, já que o El Niño poderia restringir a disponibilidade de água para irrigação e atrasar a floração do café”, afirma.

Mercado segue atento à oferta global de café

Com estoques reduzidos no Vietnã, atraso da colheita na Indonésia e incertezas climáticas para os próximos ciclos, o mercado internacional de café segue monitorando de perto a evolução da oferta asiática.

A combinação entre menor disponibilidade imediata e riscos climáticos futuros mantém o setor em alerta e reforça a volatilidade nas cotações globais do café robusta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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