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Carne de frango: entre janeiro e julho, apenas sete Estados exportam volume superior ao de um ano atrás

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Os últimos dados da SECEX indicam que mais de dois terços das Unidades Federativas (UFs) que exportaram carne de frango entre janeiro e julho de 2024 não conseguiram ao menos repetir os resultados dos mesmos sete meses de 2023. Ou seja: entre 22 UFs, apenas sete obtêm resultados superiores aos de um ano atrás: Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso do Sul, Roraima, Alagoas, Ceará e Amapá.

Entre os 10 maiores exportadores, as quedas atingem Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Distrito Federal e Espírito Santo. Neste grupo, temia-se que em decorrência da tragédia climática que afetou o Estado, as exportações do Rio Grande do Sul sofressem grande retrocesso. Mas o recuo registrado (5% a menos) não foi muito diferente do observado em São Paulo, onde as exportações recuaram 4,8%.

Em termos regionais, além da Região Norte, agora também as Regiões Sul e Centro-Oeste voltam a superar o exportado em 2023. Mas, em ambas, o ganho ainda é mínimo, de 0,3% e 0,1%, respectivamente.

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No tocante à receita cambial, apenas a Região Norte continua obtendo resultados positivos, graças sobretudo à forte expansão observada em Roraima. Em decorrência, a receita nortista nos sete primeiros meses de 2024 dobrou em relação ao mesmo período de 2023.

Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão de Mato Grosso batem recorde em junho e China amplia compras da pluma brasileira

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As exportações de algodão em pluma de Mato Grosso registraram um novo recorde para o mês de junho, consolidando o protagonismo do estado no comércio internacional da fibra. Impulsionadas pelo forte avanço da demanda chinesa e pela competitividade da pluma brasileira, as vendas externas apresentaram crescimento expressivo em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), elaborada com base em dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 217,04 mil toneladas de algodão em pluma em junho de 2026. Embora o volume represente uma retração de 25,46% frente a maio, houve avanço de 63,41% na comparação com junho de 2025.

Mato Grosso lidera exportações brasileiras de algodão

Em Mato Grosso, os embarques somaram 154,18 mil toneladas em junho, resultado que representa queda mensal de 20,70%, mas crescimento de 66,38% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

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O desempenho estabeleceu um novo recorde para junho na série histórica da Secex, reforçando a liderança do estado nas exportações brasileiras de algodão.

Safra 2024/25 mantém ritmo forte nas vendas externas

No acumulado da safra 2024/25, entre agosto de 2025 e junho de 2026, Mato Grosso exportou 1,97 milhão de toneladas de algodão em pluma.

O volume representa um crescimento de 13,57% em comparação ao mesmo período da temporada anterior, evidenciando o fortalecimento da presença brasileira no mercado internacional da fibra.

China amplia importações e consolida liderança entre os compradores

Segundo o Imea, a China permaneceu como o principal destino do algodão mato-grossense na safra 2024/25.

As compras chinesas cresceram 53,97% em relação ao ciclo anterior e passaram a representar 19,75% de todas as exportações de algodão realizadas pelo estado.

O instituto atribui esse avanço à maior competitividade da pluma brasileira em um cenário de elevada oferta exportável, fator que aumentou a atratividade do produto nacional frente aos concorrentes internacionais.

Mato Grosso concentra embarques para o mercado chinês

Com o forte crescimento da demanda asiática, Mato Grosso respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de algodão destinadas à China, reforçando sua posição estratégica no abastecimento do maior mercado consumidor mundial da fibra.

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A combinação entre elevada produção, qualidade da pluma e competitividade nos preços segue fortalecendo o estado como principal polo exportador de algodão do Brasil e um dos mais relevantes fornecedores do mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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