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Na Praia oferece diversão e esportes durante o dia com o Day Use

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Na Praia oferece diversão e esportes durante o dia com o Day Use
Redação GPS

Na Praia oferece diversão e esportes durante o dia com o Day Use

O Na Praia Parque , localizado no Setor de Clubes Sul (SCES), promete agitar a temporada em Brasília com uma programação diversificada que vai muito além dos famosos shows noturnos.

Durante os sábados e domingos, durante o dia, o público tem a oportunidade de aproveitar o Day Use, ingresso que garante acesso às áreas comuns do parque, piscinas, programações infantis, loja e vila gastronômica até às 17h.

“Sem dúvidas, um dos grandes diferenciais da edição 2024 é o nosso Day Use. Acreditamos muito nesse produto e por isso investimos mais nele para esta temporada, somando o atendimento do Mané Mercado e as atividades gratuitas para crianças. O retorno do primeiro final de semana foi super positivo! Estamos ansiosos para receber as famílias com a chegada das férias”, destaca Rangel Sales, Gerente Geral do Na Praia Parque.

Além disso, os frequentadores podem participar de diversas atividades esportivas, como beach tennis, futevôlei, yoga, tai chi chuan, karatê, altinha e crossfit. Para aqueles que preferem atividades na água, há opções como stand up paddle, caiaque, pedalinho, wakesurf, esqui aquático, wake board e passeios de lancha, com ingressos vendidos separadamente.

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Para os pequenos, a programação infantil também está garantida. Com áreas molhadas, piscinas aquecidas e atividades especiais, o Day Use dá direito a toda a programação infantil do complexo, com atividades como mergulho guiado, arvorismo, teatrinho, caça ao tesouro e muito mais.

Com ingresso Day Use, a entrada é permitida das 8h às 14h30, e a saída é obrigatória no encerramento das atividades do Parque, às 17h. A partir das 18h, é permitida apenas a entrada para as atrações noturnas do festival.

Veja algumas programações esportivas:

· 20/7 – Aulão com convidado surpresa

· 11/8 – Aulão Indoor Cycling SpinCycle (ingressos e reserva de bike exclusivamente pelo telefone: (61) 98462-6558)

· 31/8 – Dia do Nutricionista Na Praia (Aulão com QUALITY – Treinão com Premiere Training Gym e Renatinha Costa)

· 7/9 – Aulão com Studio Kore

Aqui tem a programação musical:

· 8h às 17h – Espaço Giraffas com piscinas aquecidas

· 8h às 10h – Mergulho Guiado no Laguinho

· 9h às 17h – Arvorismo no Jardim Chinês

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· 9h às 10h – Piquenique Mágico no Jardim Chinês

· 11h às 12h – Teatrinho infantil no Espaço Giraffas

· 13h30 às 15h30 – Atividades recreativas no Espaço Giraffas

· 16h – Caça ao tesouro no Jardim Chinês

· 17h – Encerramento Day Use

Serviço

Na Praia Festival 2024 – China
Data: 28 de junho a 14 de setembro
Local: Na Praia Parque (Setor de Clubes Sul, trecho 2, entre a Agepol e o Centrejufe)
Ingressos: vendas pelo app/site R2 com.vc ou pelo site napraia.com.vc
Day Use: entrada das 8h às 14h30 e saída obrigatória às 17h | Classificação: livre | Crianças até 12 anos não pagam para entrar neste período
@napraiafestival/@tevejonapraia

Patrocínio: Banco do Brasil – Old Parr – Bet.Bet – Heineken – Cuidarmais – Giraffas – TIM – Natura

Apoio: Marista – Sol – Coca-Cola – Chandon – Schweppes

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Fonte: Nacional

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Credores aprovam plano do Grupo HPAR e fortalecem recuperação judicial da companhia

Assembleia com 80% de adesão consolida continuidade do conglomerado e reforça confiança do mercado

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O Grupo HPAR teve o plano de recuperação judicial aprovado nesta quarta-feira (13/05), durante Assembleia Geral de Credores realizada no processo que tramita na 1ª Vara Cível de Cuiabá (MT). A decisão representa uma das etapas mais relevantes da reestruturação financeira do Grupo.

O plano recebeu apoio maciço dos credores, alcançando adesão de 80,58% do valor total dos créditos presentes à assembleia. Instituições financeiras como Daycoval e Bradesco deram voto favorável às condições previstas no plano e no termo aditivo apresentado pelas recuperandas.

A aprovação consolida a continuidade operacional do Grupo HPAR, que atua nos setores de tecnologia, telecomunicações, infraestrutura de redes e serviços corporativos, reunindo as empresas Globaltask, SPE Piauí Conectado, H.Tell Telecom e Bao Bing Infraestrutura.

Internamente, o grupo trata a aprovação como um marco estratégico para preservação das atividades empresariais diante da crise provocada pelo descumprimento do contrato envolvendo a PPP-Piauí Conectado, considerada uma das maiores iniciativas de infraestrutura digital do país. O projeto implantou aproximadamente 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

O grupo sustenta que houve encampamento ilegal da infraestrutura implantada sem a correspondente indenização pelos investimentos realizados.

O plano aprovado prevê que os recursos financeiros advindos (1) do procedimento de arbitragem que sujeita o Estado do Piauí, (2) da ação judicial de execução que tem contra o Banco do Brasil, garantidor do investimento realizado ou (3) da decisão que determina o pagamento da garantia na recuperação judicial — classificados como “Eventos de Liquidez” — sejam destinados ao cumprimento das obrigações previstas na recuperação judicial e ao pagamento dos credores.

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Entre os principais pontos de tensão está o litígio envolvendo garantias financeiras relacionadas à PPP. Segundo o grupo, o Banco do Brasil teria se recusado a liberar o dinheiro depositado e vinculado ao investimento realizado, esgotando financeiramente a empresa para levá-la à quebra para posterior tomada dos investimentos efetuados. Um recurso de agravo de instrumento, que vai decidir a liberação do valor para a empresa está pautado para ser julgado dia 20/05 no TJMT.

Para o advogado especialista em recuperação judicial do Grupo ERS, Euclides Ribeiro, a aprovação do plano demonstra maturidade do ambiente negocial e reforça a viabilidade econômica do grupo.

“Essa aprovação representa um importante sinal de confiança dos credores na capacidade de recuperação da companhia e principalmente na tese de que o Banco do Brasil deve sim liberar o dinheiro bloqueado pois é garantidor e caucionante dos recursos que estão na conta corrente do projeto. O processo demonstrou que, mesmo em cenários de forte complexidade institucional e financeira, é possível construir soluções jurídicas voltadas à manutenção da operação, proteção dos empregos e satisfação coletiva dos credores”, afirmou.

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado é acompanhada com atenção por investidores, operadores de PPPs e agentes do mercado financeiro, diante dos possíveis impactos sobre a segurança jurídica de projetos públicos de infraestrutura no Brasil.

Entenda o caso

A crise envolvendo a SPE Piauí Conectado transformou-se em uma das maiores disputas jurídico-empresariais já registradas no setor de infraestrutura digital brasileiro. A concessionária foi responsável pela implantação do projeto Piauí Conectado, considerado um dos maiores projetos públicos de conectividade do país, com cerca de 7.500 quilômetros de fibra óptica interligando os 224 municípios do Estado do Piauí.

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O modelo foi estruturado como uma Parceria Público-Privada (PPP), na qual a iniciativa privada realizou os investimentos necessários para construção, operação e manutenção da infraestrutura tecnológica estadual, enquanto o Estado se comprometeu contratualmente a remunerar a concessionária ao longo dos 30 anos da concessão.

Segundo as recuperandas, aproximadamente R$ 650 milhões foram investidos diretamente na implantação da rede óptica, datacenter, centros operacionais e infraestrutura de telecomunicações. A empresa sustenta que o projeto contribuiu para elevar o Piauí aos primeiros lugares nacionais em indicadores de conectividade entre 2022 e 2024.

A partir de 2023, com a posse do governador Rafael Fonteles, a relação entre a concessionária e o Governo do Piauí sofreu uma mudança abrupta e o conflito escalou rapidamente.

Segundo a concessionária, apesar de o contrato ter sido integralmente executado e a rede ter permanecido plenamente operacional durante toda a execução da concessão, o Estado passou a promover retenções massivas das contraprestações mensais previstas contratualmente, comprometendo severamente o fluxo financeiro da operação, tudo arquitetado para tomada da empresa pelo Estado sem pagamento dos investimentos.

Na sequência, sucederam-se auditorias técnicas, instauração de processos sancionatórios, decretação de intervenção estatal e, posteriormente, a caducidade da concessão. Além do conflito com o Governo do Piauí, o Grupo HPAR obteve a negativa do Banco do Brasil em pagar a garantia prestada, em que pese já ter ganho a arbitragem na Câmara Brasil Canadá. Segundo as recuperandas, a não liberação dessas garantias agravou significativamente o cenário de crise financeira das empresas.

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