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Sapezal adere ao Programa Nacional de Prevenção à Corrupção

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A Prefeitura e a Câmara Municipal de Sapezal (500 km de Cuiabá) aderiram ao Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC). A iniciativa partiu da atuação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e busca a implementação de ações de integridade e combate à corrupção no município.“Em parceria com a Procuradoria Especializada na Defesa do Patrimônio Público, a Promotoria de Justiça de Sapezal orientou os Poderes e gestores municipais a aderirem ao Programa Nacional de Prevenção à Corrupção, buscando: a) prevenir desvios e evitar o desperdício de recursos públicos; b) concretizar os pilares da boa gestão pública, como compliance, transparência, accountability, governança e integridade; c) implantar princípios inspirados em práticas corporativas e gestão por resultados; e d) aprofundar o exercício do controle social vertical e horizontal”, explicou o promotor de Justiça Álvaro Schiefler Fontes.A estratégia tem como objetivo fomentar a implantação do programa “Integridade MT”, instituído pelo Decreto Estadual nº 376/2023. Diante da efetiva adesão, as duas instituições designaram servidores responsáveis para atuarem como controladores internos, encarregados da atualização das informações na plataforma e-Prevenção, que oferece diagnósticos e orientações para fortalecer a integridade e os controles internos.O secretário de Administração e Planejamento do Município, Rimenes Silva Martins, destacou a importância da atuação do MPMT. “Através de uma sugestão promovida pelo Ministério Público de Sapezal, o Executivo municipal, ao conhecer a plataforma, prontamente realizou a adesão ao Programa Nacional de Prevenção à Corrupção – PNPC, que é uma iniciativa conjunta do TCU e das Redes de Controle da Gestão Pública do Brasil para atuar no combate à corrupção e na implementação de um conjunto de práticas de integridade pelas organizações públicas brasileiras, das três esferas e dos três Poderes, com vistas à redução dos níveis de exposição a fraude e corrupção.”A Rede de Controle da Gestão Pública de Mato Grosso reúne diversas instituições comprometidas com o fortalecimento da administração pública, o combate à corrupção, o incentivo ao controle social e a capacitação dos agentes públicos, dentre elas o Ministério Público de Mato Grosso.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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