Saúde

Ministério da Saúde seleciona boas práticas no cuidado do câncer do colo do útero

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O Ministério da Saúde recebe, de 15 de setembro a 14 de outubro, inscrições de experiências voltadas à prevenção, à detecção precoce, ao tratamento e ao acompanhamento do câncer do colo do útero. A participação é gratuita e destinada a secretarias municipais e estaduais de Saúde e unidades que prestam atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Queremos conhecer experiências desenvolvidas nos territórios que possam contribuir para melhorar o acesso, organizar os fluxos assistenciais e qualificar o acompanhamento das usuárias em todas as etapas do cuidado”, afirma a Gerente de Projetos da SAES, Flávia Alvarenga.

Podem ser inscritas iniciativas em andamento há pelo menos seis meses ou já concluídas. As propostas devem abordar a ampliação da detecção precoce; a testagem com DNA-HPV e a auto coleta; o encaminhamento, o tratamento e o acompanhamento das usuárias; ou o uso de tecnologias, a integração de dados e a promoção da equidade.

A iniciativa busca compartilhar soluções desenvolvidas no cotidiano dos serviços de saúde e estimular a troca de conhecimentos entre gestores e trabalhadores do SUS. As experiências selecionadas poderão servir de referência para a organização da linha de cuidado em outros municípios e estados, respeitadas as características de cada território.

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As propostas serão avaliadas com base em critérios como relevância social, inovação, resultados, sustentabilidade e possibilidade de aplicação em outros territórios. Até 15 experiências poderão ser selecionadas para apresentação em seminário nacional, previsto para os dias 1º e 2 de dezembro de 2026, em Brasília, em formato híbrido.

Serviço

Inscrições: 15 de setembro a 14 de outubro de 2026.
Público: secretarias estaduais e municipais e unidades de saúde do SUS
Participação: gratuita
Informações:

Ministério da Saúde
Patricia Coelho

Fonte: Ministério da Saúde

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Saúde

Complexo de Saúde Inteligente no Rio Grande do Sul incorpora evolução tecnológica ao SUS

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Nesta terça-feira, 8/9, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura dos trabalhos de estruturação do projeto do Novo Complexo de Saúde Inteligente do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). O projeto vai reorganizar, integrar e modernizar a infraestrutura do Hospital Fêmina, do Hospital Criança Conceição e do Hospital Cristo Redentor, além do Centro Obstétrico do Hospital Nossa Senhora da Conceição. O investimento, com participação do BNDES, é de R$ 1,9 bilhão.

“Estamos trazendo para o Brasil o que tem de mais moderno no mundo de ultra conexão dos equipamentos, de uso de ferramentas de inteligência artificial, de permitir que o profissional de saúde possa ter acesso aos dados do paciente em qualquer lugar. Isso faz muita diferença, porque na saúde tempo é vida. Se você consegue fechar o diagnóstico mais rápido, começar o tratamento mais rápido, ter o resultado mais rápido, está salvando vidas, está lutando contra o tempo”, afirmou o ministro.

O novo complexo integrará a rede de hospitais e UTIs inteligentes do SUS. Com uma Emergência Inteligente, haverá integração em tempo real com as unidades do SAMU, protocolos automatizados e uso de inteligência artificial na gestão de leitos, exames e fluxos. “Em alguns países, essa revolução tecnológica é feita por hospitais privados, que as pessoas não têm acesso ou têm que pagar por ele. A diferença que o Ministério da Saúde está fazendo é liderar essa evolução tecnológica pelo SUS”, disse Padilha.

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A reestruturação será especialmente voltada à saúde da mulher, ao ciclo materno-infantil, à infância e adolescência, ao trauma agudo e às condições clínicas e cirúrgicas complexas, integrando, simultaneamente, assistência, ensino, pesquisa e inovação. O modelo será organizado por linhas de cuidado integradas e incorporará inteligência artificial, internet das coisas, big data, telemedicina, monitoramento remoto e dispositivos médicos conectados.

Linhas Prioritárias

As linhas prioritárias contemplam mãe-bebê/Rede Alyne, crianças com doenças respiratórias, desenvolvimento infantil, oncologia pediátrica, assistência à mulher em situação de violência, trauma agudo, queimados e neurocirurgia.

Tudo isso disponibilizado numa estrutura com 750 leitos, um aumento de 100 leitos operacionais e 100 leitos auxiliares em relação à oferta atual dos hospitais envolvidos. Serão 41 salas cirúrgicas com infraestrutura para procedimentos robóticos, 120 leitos de recuperação pós-anestética e 2 salas exclusivas para queimados.

Alta Complexidade

A nova infraestrutura deverá ampliar a capacidade do GHC para realizar procedimentos de alta complexidade, como cirurgias fetais, transplantes, procedimentos cirúrgicos robóticos e outros atendimentos especializados.

O investimento aproximado é de R$ 1,9 bilhão, com R$ 69,7 milhões destinados a projetos e serviços, R$ 1,2 bilhão para obras, e R$ 526,4 milhões para aquisição de equipamentos médicos, mobiliários e tecnologias. O projeto integra o Programa de Parcerias e Investimentos. A estruturação será conduzida pelo BNDES com o apoio de um consórcio de consultorias especializadas.

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Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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